quinta-feira, 25 de abril de 2013

quarta-feira, 27 de março de 2013

terça-feira, 26 de março de 2013

CROQUI - Pedra Branca - Rio Claro/RJ







Como chegar: Na Rodovia Presidente Dutra na altura de Barra Mansa pegue a Rod. Saturnino Braga BR 155 que vai para Angra dos Reis. Siga por ela até chegar em Rio Claro. Assim que chegar na cidade entre à esquerda nas placas indicando Mangaratiba. Siga por 5km até chegar na fazenda do Sr. Dário, proprietário do terreno onde está localizada a pedra. A Pedra fica a direita. É necessário pedir autorização ao proprietário para escalar. Não entre sem pedir!!!

1. Escadinha do Seu Dário, projeto (9?)
Via no bloco da direita sem cadena.

2. Via sem nome, projeto.
Via que ainda está para ser concluída.

3. Via sem nome, projeto
Via que ainda está para ser concluída.

4. Via sem nome, projeto
Via na aresta que foi iniciada.

5. Via do Bote, 1ª parte 7c, 2ª parte projeto.
Saída da via interessante com uma corrida e um salto para pegar a primeira agarra. A segunda parte pode ser um 9b/c.

6. Fenda, 1ª parte 8a, 2ª parte projeto.
Leve friends médios e grandes repetidos. A parte de cima possui chapeletas e não foi encadenada.

7. Aqui se faz, aqui se paga, 1ª parte 9a, 2ª parte 9c
O 9c da via segue numa diagonal para a esquerda após a 1ª parada até chegar à fenda da Rock is Nine e vai até a 2ª parada dessa via no final da fenda.  

8. Rock is Nine, 1ª parte 8c, 2ª parte 9a.
Clássica do local. A segunda parte vai até o final da fenda pela invertida.

9. Via sem nome, projeto
Início forte para a abaoladolândia sem registro de cadena. Pode estar sem chapeleta.

10. Abaoladolândia, 7b
Via Clássica do Local. O 7b vai até a primeira parada da fenda. Se seguir até a segunda parada o grau pode ir para 8a/b.

11. Holocausto, 8b
Via que segue pela aresta. Foi encadenada até a primeira parada. A extensão ainda não tem registro de cadena.

12. Precheca, 8a
A via foi encadenada até a primeira parada. A extensão ainda não tem registro de cadena.

13. Terceiro Reich, 8b
Via que no meio tem uma pequena chaminé. O crux é uma sequencia de regletes no final.

14. Primeiro Reich, 8a
Via super técnica com uma saída difícil.

15, Via da Canaleta, VI
Via que segue uma canaleta que dá acesso ao topo das vias.

16. Via sem nome, projeto
Via iniciada que sai de cima de um bloco.

quarta-feira, 20 de março de 2013

CROQUI - Paraíso dos Boulders - Itatiaia-RJ

Campo Escola – Paraíso dos Boulders – Itatiaia/RJ

O Campo Escola Boulders Itatiaia ou Paraíso dos Boulders já foi Um dos points mais visitados pelos escaladores locais na década de 90. Com diversos problemas variando técnicas de aderência a pura explosão.

Visão geral do campo escola. Foto: Roberto Soares 

Como o nome já sugere "Campo Escola" é uma excelente opção para quem esta iniciando no esporte, trabalhando o psicológico e as primeiras técnicas de ascensão na pedra. Clássicos como O Teto da loucura VIIa (Boulder Mestre), Oposição da Jararaca (Boulder Cascavel) são cartões de visitas deste point. Ao todo há ceca de 29 problemas catalogados com graus variando entre III a VIIb. Há também o bloco Big Boulder (15m), que conta com três vias equipadas para guiar (Papaléguas 7a, Meteoro VI e Queimada 7a).


Como chegar: Sua entrada está situada no 3,5Km, do lado esquerdo da Av. Wanderbilt Duarte de Barros (Estrada do Parque Nacional). Hoje existe uma pequena área para estacionar o carro de onde já é possível avistar algumas pedras no alto do morro. Atravesse o rio Campo Belo e logo avistará a trilha.

Característica: Apesar de se chamar Boulders a maioria das vias são feitas em Top rope em função do terreno irregular, não possibilitando na maioria dos boulders o uso do Crash Pad.


BOULDER - FIRST TIME (sem foto)

1 - First Time Vsup (5m)
Guilherme Rocha, Rodrigo Vieira, Ronaldo Costa, Jobson de Oliveira
Característica: Fenda em oposição, crux na virada. .


BOULDER MESTRE

1 - Lunar Vsup 8m
Alexandre Anderson, Agenor Maia, Jorge Hamilton, 1991
Impossível errar, é a única via equipada para guiar nesse conjunto. Se quiser, pode montar o tope rope. A via trabalha o equilíbrio e a técnica de aderência.

2 - Via das Agarrinhas VI 7m
Jobson de Oliveira
Esta via inicia-se bem no meio do boulder, sua saída é um negativo e segue "reto" até o fim. Ela utiliza um pouco mais de força e as agarras embora pequenas são fartas.

3 - Consolo IV 5m
Alexandre Anderson
Sua saída é um oposição, depois segue em diagonal à esquerda vencendo o crux da LUNAR.

4 - Estilo Gaybson VI 6m
Jobson de Oliveira
Essa via começa num lance de força. Por usar a proteção de outra via, cuidado com o possível pêndulo.

5 - Início do fim VIsup 6m
Simon, José Rocha
O crux da via é seu início. Sai de um negativo e "Fim".

6 - Crucifixo VIsup 6m
Guilherme Rocha, Jorge Hamilton
Abrace a pedra, as agarras da direita são abauladas, exige força.

7 - Teto da loucura VIIa 9m
Jorge Hamilton, Alexandre Anderson
É a via mais bonita da Campo Escola. Um teto com quatro movimento seguido de aderências. Crux na saída.

8 - Cupincha do rei VI 4m
Jorge Alberto Guedes, 1998
É a via mais atlética, a parede possui uma ligeira inclinação, deixando-a toda negativa. Micro agarras e equilíbrio.






BOULDER - PEDRA DO URUBU

1 - Sómovel IV 8m
Fábio Guedes
Característica: Fenda úmida nos meses de chuva. Possibilidade de guiar com proteção móvel.

2 - Heavy Metal VIsup/VIIa 9m
Jobson de Oliveira
Característica: Inicio com boas agarras de mão e poucas para os pés.

3 - Hard Rock IVsup 9m
Jobson de Oliveira
Característica: Fenda em diagonal à esquerda, crux no início.

4 - Casca do ovo V 7m
Jobson de Oliveira
Característica: Técnicas de aderência no início onde está o crux.

5 - Aresta III 7m ???,???

6 - Morceguinho III 7m
Alexandre Anderson
Excelente para os novos escaladores. Segue para aresta da pedra. À esquerda, onde as agarras são mais fartas, qualquer opção
é válida.

7 - Tentação IIIsup 7m
Jobson de Oliveira
Excelente para trabalhar o psicológico dos novos escaladores. As agarras são mínimas e de aderência, contudo a parede possui uma inclinação bem favorável.























BOULDER - X-ROCK 

1 - X-Rock VI(5m)
Jorge Hamilton, Alexandre Anderson, Jobson de Oliveira, 1991
Inicia-se no meio do "X", esta via segue para a direita. Possui pequenas agarras que machucam um pouco os dedos.

2 - Morte e vida Severina VIsup (5m)
Jorge Hamilton, Alexandre Anderson, Jobson de Oliveira, 1991

Também inicia-se no meio do "X", só que segue para a esquerda. Esta via é mais técnica e os movimentos mais alongados do que a via anterior.

3 - Boulder ??? III (5m)
???, ???





BOULDER - CASCAVEL

1 - Cascavel IV (6m)
Jobson de Oliveira, 1995
Tem sua saída em negativo, porém a parede logo recebe uma inclinação favorável e conta ainda com ótima agarras.

2 - Oposição da Jararaca IV (6m)
Jobson de Oliveira, 1995
Esta via faz uma ligeira oposição e segue com fartura de agarras e inclinação favorável.




BOULDER - TESTA RACHADA

1 - Testa Rachada VIIc (6m)
Roberto Soares, Ricardo Soares e Marco Abreu, 2005.
Boulder Testa Rachada – É a mais difícil dos boulders, com movimentos bem fortes pois ela começa em um negativo. Esta pedra esta localizada à direita do Boulder Cascavel, é só avistar o “tetão”.




BOULDER - DE CIMA

1 - Boulder de Cima VIIa (5m)
Roberto Soares, Ricardo Soares e Marco Abreu, 1997.
Está localizado acima do Big Boulder e tem uma via em top conquistada em 1997. Via negativa no início mas com boas agarras, ótima pra dar uma aquecida.




BOULDER - DO CAMINHO

1 - Boulder do Caminho VIsup (5m)
Roberto Soares, Ricardo Soares e Marco Abreu,2000.
Esta pedra não possui proteção, está localizada no caminho de quem vai direto p/ o Boulder X Rock, fica do lado esquerdo da trilha.




BOULDER - DOUBLE X

1 - Boulder Double X (12m)
Roberto Soares e Marco Abreu.
Não possui proteção, ótima pedra para aquecimento, também localizada no caminho de quem vai direto p/ o Boulder X Rock.




BOULDER - BIG BOULDER (sem foto)

1 - Papaléguas VIIa (12m)
Ricardo e Roberto Soares, ????
A via foi equipada para guiar, pode também ser feita de top rope.

2 - Meteoro VI (12m)
Alexandre Anderson, Jorge Hamilton, 1994
A via foi equipada para guiar, pode também ser feita de top rope, possui excelentes movimentos e é uma das vias mais bonitas. Inicia-se subindo em um pequeno platô, o crux é depois da quarta chapeleta onde o equilíbrio predomina

3 - Queimada VIIa (12m)
Roberto Soares, ????
A via foi equipada para guiar, pode também ser feita de top rope.



segunda-feira, 18 de março de 2013

CROQUI - Último Adeus


Tipo de pedra:
A região do maciço do Itatiaia, segundo maior do mundo em composição geológica, é de origem eruptiva, embora não esteja incluída no grupo das vulcânicas. Sua composição é de rochas filonares (bostonito, tinguaito), efusivas (fonolito, nefelino, leucitito) e plutônicas (foiaítico, araxaito, puskalito). Estudos indicam ainda que a região contém cerca de 70% em bauxita (alumínio e sílica). Para os montanhistas, granito da melhor qualidade.

Primeiras ascensões:
Em 1979, foi conquistada a primeira via de escalada no local pelo "irmãos metralhas", como era conhecido o trio de escaladores, mas essa escalada não chegava ao cume da pedra. Somente em 1999 os irmãos Jorge Alberto Guedes e Fábio Corrêa Guedes, conquistaram os 90 metros da pedra.

Estilo predominante: Escalada Esportiva

Número de vias (aproximado): 30

Como Chegar: PNI – parte baixa - Ingresso R$ 10,00 por pessoa – carro não paga mais. Ao avise que vai escalar no Último Adeus assine o termo de compromisso, estacionamento no Mirante do Último Adeus, tranque o carro e volte na estrada descendo uns 500 metros, a direita de quem desce uma praça de animais silvestre logo depois a descida da trilha a direita, bem aberta 20 minutos de trilhas até a pedra dependendo do ritmo. Vá até uma bifurcação com bambuzeiro, continue a direita seguindo o barulho do Rio, quando avistar o Rio verá uma represa capitação de água de Itatiaia – lindo poço para se banhar, vale a pena uma ida no meio do Rio olhe para frente e verá a pedra do Último Adeus imponente 100 metros de rocha. 





Parede do Cantinho

1 - Via do Cantinho VIsup (15m) –
Jobson de Oliveira, Fernando Zikan, Cleidir Fitipaldi, Jorge Hamilton, 1992

Sua Entrada é relativamente fácil num pequeno diedro até o primeiro grampo, a partir do qual a via segue em diagonal para direita. O rapel pode ser feito abandonando um fita ou seguindo a parada dupla da "Grand Finale" (chapeletas com argola).

2 - Grand Finale 6º VIIc A2+ E2 (90m) –
Jorge Alberto Guedes e Fábio C. Guedes, 2000

Excelente via, exigindo quase todas as técnicas conhecidas do escalador. Inicia-se em aderência com proteções fixas, passando para o livre com proteções móveis em uma fina fissura para dedos, em oposição no mais belo diedro de Itatiaia. Chegando no meio do diedro, já negativo, predomina então o artificial.
Originalmente conquistada toda de baixo para cima, essa via requer um bom condicionamento dos escaladores. As proteções móveis, embora de "boas" colocações, tendem a se soltar, pois a fissura possui ainda muita terra.

3 - Abelhas Cachorras VIIa  (20m) –
Roberto e Ricardo Soares, 1999

Fenda toda protegida com grampos inox passando por um lindo teto (crux), e depois chegando a uma parede onde está o ponto de parada da via Segredo do Sucesso.

3A - Segredo da Abelha IXb (30m)
Essa via é a junção das vias Abelhas cachorras com a virada do teto e a via Segredo do Sucesso até a segunda parada no segundo platô em uma enfiada apenas. Recomenda-se usar costuras longas embaixo do teto e na primeira parada dupla.

4 - Ano Bom VIIIb (20m) –
Jorge Hamilton, 1996

É uma das mais difíceis da parte baixa. As proteções fixas estão um pouco longe, o que pode confundir o traçado da via.

4A - Grand Ano VIIIc 50m
Junção das vias Ano Bom e o diedro da Grand Finale. Uma das vias mais belas do setor.

5 - Segredo do Sucesso VIIIc –
Fabrício Paiva, Roberto e Ricardo Soares, 1998

Esta via foi equipada trançando-se o caminho de um antigo rapel existente no local. Ela conta com proteções fixas um pouco distantes. É utilizada como via de descida para a base das escaladas.



Face Principal

6 - Taurus Vsup E2 (40m) –
Jobson de Oliveira, Cleidir Fitipaldi, 1992
Excelente via, devido a boa qualidade da rocha, utiliza-se proteções móveis. Sua entrada é feita por um indiscreto trepa-pedra e segura mato, passando por algumas raízes e seguindo por uma espetacular fenda para dedos no encontro de duas paredes. No final, há uma chapeleta e acesso para o "Ninho do condor" onde você verá um grampo, utilizado como ponto de parada.

7 - Via Nata IVsup (5m) - (roubaram 3ª chapeleta) –
Roberto e Ricardo Soares, 1998
Com aproximadamente cinco metros e três chapeletas, esta via se inicia em uma evidente fissura para dedos passando a pequenas agarras em aderência. Muito utilizada como variante para as demais vias da parede principal.

8 - Variante Equilíbrio distante VIIIa (4m) - (sem proteções tiraram)
Jorge Hamilton e Jobson de Oliveira, 1997
Para chegar a esta variante, entre pela "Nata" e vá para a esquerda, você verá as duas chapeletas que a delimitam exatamente no crux. Depois siga pela "Taurus" utilizando as proteções móveis. Esta variante apenas duas proteções, mas oferece um ótimo lance de pura aderência e equilíbrio até alcançar a fenda.

9 - Minotaurus IIIsup E1 (25m) - (roubaram 2ª chapeleta)
Jobson de Oliveira, 1992
Via fácil com pequenas agarras. A parede segue em zigue-zague, com inclinação favorável. Ótima para quem esta iniciando no esporte. Protegida com grampos e chapeletas. É o caminho mais fácil até emendar na "Orion" que leva ao platô "Ninho do condor". Ali será seu ponto de parada e descida.

10 - Orion IIIsup E1 (10m)
Jobson de Oliveira, 1992
Continuação da "Minotauros". Ela terminará no "Ninho do condor". Alterne costuras longas para reduzir o atrito da corda.

11 - Formiga IV E2 (30m) – (duas primeiras proteções estado duviduso, backup móveis na fenda) –
Alexandre Anderson, Cleidir Fitipaldi, Carlos Peixoto e Fernando Zikan, 1990
Uma das primeiras vias ali conquistadas. Sua saída se dá por uma corredor de pedras e terra facilmente avistado. Ela segue por uma larga fenda de pés e mãos, contorna para a esquerda uma barriga de pedra e acessa a "Taurus".

12 - Variante Formiga atômica II VIsup (4m) –
Jobson de Oliveira, 1997
Com apenas uma chapeleta tem -se uma variante bem rápida e técnica. Seu início pode ser por qualquer via. Ela emenda no final da "Taurus".

13 - Bat Via VIIa (20m) –
Fabricio Paiva, Roberto Soares, 1998
Toda equipada com proteções fixas, é uma excelente via que exige preparo físico. Seu acesso é ao lado da "Formiga". O crux esta entre a primeira e a terceira proteção. As agarras são pequenas, onde é fundamental o equilíbrio.

14 - Pequena notável VI (8m) -
Jorge Hamilton, 1997
Localizada na face principal, suba pelo corredor de pedra e terra a direita, passe pela rampa de onde já pode avistá-la, tome cuidados adicionais com o precipício "Buraco da bruxa". A primeira proteção encontra-se alta, nesse caso não arrisque uma queda inútil, proteja antes. É uma excelente via saindo de um negativo e passando por uma seqüência de fendas horizontais.

·          Entre a via 14 e 15 existe uma nova via numa aresta 4 ou 5 chapas num negativo termina numa malha rápida autor e graduação desconhecida.

15 - Escorpião A0 (10m) – (não existe mais)
Fernando, Paulo e Carlos Zikan, 1979
É a via mais antiga. Foi feita inicialmente com pitons e cunhas de madeira. Protegida posteriormente com três proteções fixas das quais todas estão em péssimo estado de conservação, pois a parede encontra-se úmida durante todo o verão. Ela foi o primeiro acesso ao "Ninho do Condor" (projeção em livre).

16 - Primeiro Adeus 4º VIsup E2 (70m) – (muito suja e abandonada, provávelmente grampos podres)
Fábio Guedes e Jorge Alberto Guedes, 1999
Esta via é relativamente fácil e tem a vantagem de levar até o cume. Contudo só é escalada nos meses de junho a novembro, nos outros meses encontra-se geralmente molhada. Foi a primeira via a atingir o cume, exatamente vinte anos após a primeira conquista deste point. Conquistada toda de baixo para cima, conta agora com boas proteções fixas, porém o rapel depois da primeira para não pode ser feito com apenas uma corda. Como ela foi conquistada à partir do "Ninho do condor" sugerimos entrar pela "Pequena Notável", depois fazer várias paradas evitando assim o atrito na corda.

17 - Via Treze, III (A0/VI) (20m) –
Fernando e Carlos Zikan, Jobson de Oliveira, Cleidir Fitipaldi, 1981
É uma linda via, que sai do "Ninho do condor" e faz uma pequena travessia para a direita com poucas agarras de mão, mas uma verdadeira trilha para os pés. Ela passa pelo "Salão Azul" (onde pode ser feito um rapel todo negativo de vinte e três metros) e segue para a outra face da pedra. Este lance conquistado em artificial pode ser feito em livre, trata-se de uma teto com uma exposição de vinte metros seguido de uma "arrasta pedra" passando por um piton ali abandonado até chegar ao grampo já na outra face.

18 - Hasta La Vista 10a/b? 20m
Via que se inicia a partir do ninho do condor e que segue pelo imenso negativo acima do salão azul. Ainda não foi encadenada mas seus movimentos todos isolados. 

Parede Oculta

18 - Impossível... de não fazer IVsup (15m) – (maneiríssima somente top rope)
Fábio Guedes, Jorge Alberto Guedes e Guilherme Rocha, 1999
Trata-se de um top rope com grandes lacas que segue para a direita fazendo uma leve oposição até o grampo. Para montar o top rope rapele pela "Escorpião" até alcançar o grampo que serve à "Face oculta".

19 - Nível "A" VIIb (15m) – (show, porém também de top rope)
Fábio Guedes, Jorge Alberto Guedes e Guilherme Rocha, 1999
Inicia-se por um discreto negativo, com duas boas agarras para os dedos. Seguindo uma micro fissura sempre para direita então a a largas fendas horizontais bem abaixo do grampo. O top rope pode ser montado pela "Escorpião".

20 - Possível... de não fazer VIIIb? (15m) – (também de top)
Fábio Guedes, 1999
Já foi escalado 2/3 do traçado, faltando ainda crux.
Trata-se de um boulder a beira do rio. Foi equipado com chapeletas para guiar. É uma via bonita e com boas agarras. No verão o rio poder estar cheio, neste caso tenha cuidado para não molhar os pés, ainda não foi registrado nenhum... tchibum.

Setor WC –
A direita da parede oculta com três vias.

22 - Mulheres VIIb (10m)
Roberto Soares, Ricardo Soares e Marco Abreu 2005

23 - Indecisos VIIc/VIIIa (10m)
Roberto Soares, Ricardo Soares e Marco Abreu 2005

24 - Homens VIIIa (10m)
Roberto Soares, Ricardo Soares e Marco Abreu 2005

Paredão Dois Irmãos –
Fica a direita do Mirante, conta com três vias.

25 - Aresta Vsup (15m)
Roberto Soares, Ricardo Soares 2005

26 - Chá das cinco VI (15m)
Roberto Soares, Ricardo Soares 2005

27 - Vista linda Vsup (15m)
Roberto Soares, Ricardo Soares 2005

Bloco na Beira Rio (riberão)

21 - Tchibum V (15m) –
Ricardo Câmera, 1998
Fontes: Guia de Escaladas do Itatiaia; Roberto Soares 






CROQUI - Boulders do Bode

 Barba, cabelo e Bigode - Fica em frente a Falésia do Bodinho.
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 Borboleta - Fica logo depois do boulder Boi na sombra só que subindo o morro em direção a Falésia do Bodinho. Fica antes da cerca de arame.
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 Boi na sombra - Fica na subida do primeiro morro de quem vai para a Pedra do Bode em frente a casinha do Valdeci.
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 Musguera - É o grande bloco ao lado do boulder Borboleta. Esses lances estão de frente para a Falésia do Bodinho.
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Plataforma - Fica a 100 metros do boulder Musguera em direção a Falésia do Bodinho.
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CROQUI - Boulders Beira Rio



Tromba d'água - Fica ao lado do boulder Jóia.
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Jóia - Seguir por mais 200 metros depois do estacionamento do balneário e descer um declive acentuado até o rio.
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Barbatana - Seguir por mais 200 metros depois do estacionamento do balneário e descer um declive acentuado até o rio.
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Marimba - Fica ao lado do Boulder Saracura.
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Nariz do Bicho - Logo quando termina a trilha que leva ao balneário. Fica em cima do lajedo.
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Saracura - Fica ao lado do bouder Nariz do Bicho.
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Tartaruga - Fica a 50 metros descendo o rio depois do boulder Barbatana.
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Tchibum - Fica do outro lado do rio, de frente para o bouder Nariz do Bicho.
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